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sexta-feira, 21 de outubro de 2011

7o. Curso de Introdução ao Vinho

O próximo curso de Introdução ao Vinho será em Novembro como verão no invite, assim todos podem beber melhor nas festas de final de ano J !!

Serão 3 datas antes de começarem as festas de final de ano, pois sei que Dezembro é um mês cheio de jantares, festas e afins. Então, a última aula é exatamente no dia 01.12!

Serão sempre às Quintas-Feiras. E o local é a grande novidade: Será a inauguração do ESPAÇO WINET, realizando um sonho que sempre tive, de ter um espaço inteiramente dedicado a cursos, degustações e tudo o que o vinho permitir, desde que regado a amigos também!


Informações: andre@winet.net.br

terça-feira, 18 de outubro de 2011

O Vinho e a Cultura Francesa

Escola São Paulo abre inscrições para o curso:



O VINHO E A CULTURA FRANCESA 
com Josimar Melo 

dias 21 e 28 de outubro (sextas-feiras)

O curso apresenta o bom vinho como um grande símbolo da França, que está amplamente relacionado aos momentos históricos do país, mas, essencialmente, figura como um de seus principais símbolos culturais, além de discutir a importância cultural e comentar as regiões produtoras da bebida. 

Durante o curso haverá uma degustação de vinhos escolhidos pelo professor. 

Local:  Grand Cru - Rua Bela Cintra, 1799 - São Paulo - SP. 
Preço: R$ 150 + 1 parcela de R$ 150 
Data: 21 e 28 de outubro (6ª) 
Horário: 19h30 às 21h30 
2 aulas | 4 horas 

Inscrições e Informações: Escola São Paulo - Rua Augusta, 2239 - Tel:  (11) 3060-3636


Sobre o Professor:  O jornalista Josimar Melo, criador de importantes eventos da gastronomia brasileira e presidente do Júri da América Latina da eleição dos 50 melhores restaurantes do mundo, é crítico de gastronomia da Folha de São Paulo e sócio-diretor do portal gastronômico Basilico. Josimar colabora também com diversas outras publicações, além de lançar anualmente, desde 1992, novas edições do "Guia Josimar Melo". É autor dos livros "Berinjela se Escreve com J" e "Folha explica a cerveja".

sexta-feira, 7 de outubro de 2011

Vinho & Coração


Não é hoje que o vinho, consumido na medida certa, está associado a saúde coração e da pressão arterial.

A artista plástica italiana Liviana Osti criou um decanter em formato de coração divido em duas garrafas, uma para o vinho e a outra para água.



Confira no video abaixo o processo de confecção da peça.

Duas garrafas de vidro moldar um coração humano quando se juntam. O coração é um lembrete para a saúde em geral subestimado, mas desempenha papel fundamental em nossas vidas. A fim de prevenir doenças cardiovasculares e pressão arterial nós temos que começar com a raiz do problema, o nosso consumo diário de alimentos e bebidas. Uma garrafa de vinho é construída juntamente com uma garrafa de água. Uma mistura meia meia colorida de vermelho e branco. Vinho tinto representa a baixa pressão, a água está para alta pressão. A forma do coração orgânicos tem sido desenvolvida em duas diferentes, stand-alone objetos de acordo com a divisão natural dos ventrículos.

segunda-feira, 12 de setembro de 2011

Vem aí um Wine Dinner muito especial, que estou preparando há um bom tempo com carinho e cuidado. 

Estamos muito acostumados com os diversos Malbecs Argentinos que tomamos por aí. Alguns bons, outros nem tanto. E muita gente achando que a Malbec é uma uva Argentina, até com certa dose de razão, pois a infinidade de Malbecs que vemos por aí é realmente grande!

Mas o que muita gente não sabe é que a Malbec é uma uva francesa, originária da região de Cahors (França) e que os Malbecs franceses nada tem a ver com o que conhecemos dos Argentinos. E os Malbecs Chilenos, vcs conhecem? O Californianos? E um Malbec especial de sobremesa, feito à moda dos famosos Vinhos do Porto, alguém conhece?

É por isso que a WINET criou este Wine Dinner que trará 5 diferentes expressões desta maravilhosa e potente uva, de 4 diferentes regiões, para harmonizar com um menu especial criado pelo competente Chef Ivan Achar.

As vagas são limitadas!

Abraços a todos.
Déco
andre@winet.net.br

andre@winet.net.brandre@winet.net.br

sexta-feira, 19 de agosto de 2011

Santovino: Cozinha Clássica Italiana nos Jardin


Casa que abrigava a Davidoff investe agora em vinhos e na alta gastronomia 

Os aficionados pela clássica cozinha italiana ganharam um novo ponto de encontro: o Santovino Ristorante. Em um dos endereços mais badalados dos Jardins, na casa que abrigou por 16 anos a tabacaria Davidoff, o restaurante é o espaço perfeito para se apreciar os tradicionais sabores italianos, em um local de ar moderno que agrada tanto ao público jovem quanto ao público mais maduro. 

O projeto, capitaneado pelo empresário Steve Chen, sócio-diretor da Davidoff Brasil, e pelo grupo A.LIFE, preza pela excelência no atendimento, pelo clima acolhedor e pela cozinha de primeira linha praticada pela chef Soraia Barros (ex Due Cuochi Cucina e Pomodori). 

A equipe de salão é outro destaque da casa, com nomes como o da jovem sommelière Clara Mei, além de profissionais com expertise em servir bem um público exigente e diversificado. 

O Santovino é também um wine bar e wine store, abertos a tarde toda.

A adega, instalada no subsolo do restaurante, atualmente é uma das maiores (e mais inovadoras do país), com 120 m2 e estrutura para abrigar 5.000 garrafas. 

Al. Lorena, 1.821, Jardim Paulista 
Tel. (11) 3061-9787

Bordeaux

Rio Gironde
Muitos devem achar que eu deveria começar a falar dos tipos de vinhos mais famosos por este que vou falar hoje. Mas como não gosto de regras e nem de ser previsível, ele não foi o primeiro e nem o segundo. Não que eu não goste deles, pelo contrário, pois acho que todo bom enófilo precisa gostar. 

Os Bordeaux são talvez os vinhos tintos mais famosos do mundo, os mais reconhecidos e estão sem dúvida nenhuma entre os mais caros. É de lá que vem os grandes Chateaux que estamos acostumados a ouvir falar e a beber. Mas não estou falando apenas dos mais famosos como Chateau Margaux, Chateau Haut Brion, Chateau Latour, Chateau Mouton Rothschild, Chateau Lafitte Rothschild e Chateau Pétrus. Estes todos, exceto o Petrùs, são os conhecidos Premier Cru Classé, classificação que surgiu em 1855. Mas não só de Premier Cru vive Bordeaux. Aliás, eles são a imagem da região, mas são produzidos em pequenas quantidades, comparados aos outros vinhos. 

Abaixo dos Premier Cru (primeiro vinho) , há os deuxieme (segundo vinho), os troisième (terceiro vinho), quatrième (quarto vinho) e cinquième (quinto vinho), todos de uma mesma propriedade, de um mesmo produtor. Há ainda os Cru Bourgeois (Divididos em Exceptionnel e Supérieur), que são geralmente ótimos vinhos e em termos de custo-benefício tendem a ser melhores ainda. 

Geralmente dividimos a região de Bordeaux em 2 partes, tendo como referência o Rio Gironde: Margem esquerda, onde estão principalmente as regiões de Médoc , Graves e Sauternes e a margem esquerda, onde se localizam principalmente St. Émilion e Pommerol. Há outras regiões, como Entre-Deux-Mers, que produz vinhos em mais quantidade, mas que pode-se encontrar alguns bons líquidos sim! 

Por fim, vale citar as principais uvas cultivadas por aqui: Cabernet Sauvignon, Merlot e Cabernet Franc como as tintas, sendo que na margem esquerda há uma predominância de Cabernet Sauvignon e na margem esquerda, predomina a Merlot. Mas não podemos esquecer das brancas Semillon e Sauvignon Blanc, uvas que são a base dos famosos, doces e maravilhosos Sauternes, que já falamos antes... 

Até semana que vem, bons vinhos, sempre com responsabilidade!!

André Rossi
andre@winet.net.br 
www.winet.net.br

segunda-feira, 15 de agosto de 2011

Barolo


Amigos, 

O tema da coluna desta semana é italiano e vem do noroeste do país da Bota, mais especificamente de uma cidadezinha na região do Piemonte chamada Barolo! Sim, vamos falar do Barolo, vinho italiano tão famoso e que disputa com o Brunello e outros, o gosto dos apaixonados pelos vinhos italianos. 

O Barolo é chamado na Italia de “O Vinho dos Reis e o Rei dos Vinhos”. Isto porque muitos anos atrás, os czares russos costumavam beber muitos Barolos e adoravam tal vinho. Produzido nas colinas ao redor da cidade de Barolo, no Piemonte, este vinho é feito com apenas uma uva, a Nebbiolo. Nebbiolo em italiano quer dizer neblina e traduz fielmente o que acontece quando estas uvas são colhidas no final do outono, pois as lindas colinas da região ficam cobertas por uma espessa névoa. 

O Barolo é um vinho que precisa de descanso, de tempo para mostrar todo o seu potencial. A Nebbiolo é uma uva de médio corpo, mas de taninos e acidez extremamente concentrados e em muita quantidade. Por este motivo um Barolo muito jovem pode-se tornar uma experiência não tão agradável, pois vai trancar, amarrar a boca com seus altos e verdes taninos. Mas os mais velhos...ahhh... estes são espetaculares! 

Pela lei D.O.G.C. local, um Barolo precisa envelhecer pelo menos 3 anos, sendo 2 deles em tonéis de madeira. Os Barolos Riservas precisam ainda de um ano a mais. Mas muitos produtores acabam deixando por mais tempo, para que ele ganhe complexidade e fique ainda melhor. 

Por fim, podemos dizer que assim como os Brunellos, os Barolos são vinhos caros. Então, quem puder e quiser comprar uma garrafinha, veja se não vai abrir muito cedo, para poder aproveitar melhor o vinho! 

Até semana que vem, bons vinhos a todos, sempre com responsabilidade! 

CHEERS!!

André Rossi
andre@winet.net.br
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quarta-feira, 3 de agosto de 2011

Portos

Já que na última coluna falamos dos especiais Sauternes, aqueles vinhos doces maravilhosos, vamos continuar a falar de algo com um pouco mais de açúcar, mas bem diferente desta pérola francesa que vimos na semana passada. Vamos falar sobre os Vinhos do Porto, que tem uma legião de fãs ao redor do mundo, em especial os ingleses, que foram os inventores desta maravilha. E podemos dizer que foi uma invenção completamente acidental. Entenderemos logo mais o porque. Este vinho é elaborado na Região do Douro (Portugal) e não na região do Porto (Vila Nova de Gaia) como muitos pensam. Ele é produzido no Douro e durante a primavera ele é transportado para armazéns que ficam em Vila Nova de Gaia (Região do Porto) para envelhecer. 

O Vinho do Porto é classificado como fortificado, pois sua composição apresenta teor alcoólico em média entre 18% vol e 22% vol. É bem mais do que os vinhos que bebemos frequentemente, que tem em média entre 11% vol e 16% vol. E este volume de álcool existe pois durante a fermentação do vinho é acrescentado um destilado, em sua maioria de origem vínica que possui por volta de 77% vol de álcool. Esta adição interrompe a fermentação e além de deixar o vinho com o volume alcóolico mais elevado, deixa o açúcar que não foi transformado em álcool, no vinho. E é isto que o torna mais doce que os vinhos secos que tomamos. Ou seja, o Porto é um vinho mais alcoólico e mais doce. E quando disse acima que esta invenção foi acidental é porque os ingleses, durante o século XVII começaram a adicionar aguardente nos barris que transportavam vinho para que o vinho aguentasse as longas viagens de barco e não estragasse. E aí foi criada, sem querer, a fortificação! 

Sobre os diversos tipos de Vinhos do Porto, os principais são: O Ruby (Básico) é o mais conhecido até por conta de seu custo, mais baixo que alguns outros. Ele passa de 2 a 3 anos envelhecendo em madeira e é o mais frutado e jovem de todos. Mas há outros tipos de Ruby, como os Reservas, que são mais intensos. Há também, os Vintages, que são os mais aclamados e reconhecidos, pois só são feitos em anos especiais, em que as condições climáticas foram perfeitas e depois que foi aprovado por uma comissão de avaliação. E por último há os LBV (Late Bottled Vintage), que tem a indicação de safra no rótulo e é engarrafado alguns anos depois de ter estagiado em grandes tonéis de madeira. Saindo do Ruby, vamos aos Tawny, vinhos que tem características mais oxidadas, que parecem mais velhos. São misturas de Portos de vários anos, com maior permanência em barricas ou tonéis de madeira usada. Ele é caracterizado por aromas menos frutados e nele podemos sentir aromas como nozes e frutas secas por exemplo. Os mais básicos tem custos também mais baixos, mas os melhores e mais caros são aqueles que tem a indicação de idade no rótulo, como 10, 20, 30 ou 40 anos e estas idades se referem à idade média dos vinhos que ali dentro estão. E por último há o Tawny Colheita, que é feito com uvas de uma mesma safra e envelhecido por pelo menos 7 anos em madeira. 

Agora, quem gosta de um Porto, mas nunca soube quais eram as diferenças, pode começar a comprar com mais critério e sabendo o que quer! 

Semana que vem tem mais e continuem bebendo bons vinhos, com responsabilidade!

Cheers!!

André Rossi
andre@winet.net.br 
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quarta-feira, 27 de julho de 2011

Sauternes

Continuando nossa série sobre os estilos e tipos de vinhos famosos, queria falar para vocês esta semana um pouco sobre os famosos Sauternes.

Para quem não sabe, os Sauternes são os vinhos de sobremesa mais famosos do mundo, feitos em sua maioria com as uvas brancas Semillón e Sauvignon Blanc e eles são produzidos na região de mesmo nome, que fica ao sul de Bordeaux (França). É um vinho branco doce que é feito de uma maneira especial que muita gente nem imagina. Esta doçura vem da ação de um fungo, chamado Botrytis cinérea, que também é conhecida como “podridão nobre”. Mas como isto acontece? Por que ele fica doce? Estou tomando um vinho “mofado”? Vamos lá...

A região de Sauternes fica às margens do pequeno rio Ciron e esta região é bem propícia para a proliferação destes fungos, pois por volta de Setembro (outono) as manhãs são muito úmidas, até pela proximidade com o rio e chega até a formar uma névoa e esta umidade ajuda o desenvolvimento deste fungo, que provoca uma porosidade nas peles das uvas, fazendo com que a água dentro dela evapore e a concentração de ácidos e açúcares sejam maiores. E depois, à tarde o sol se encarrega de ajudar a água a evaporar. Com isto, o resultado é um vinho licoroso (untuoso) e bem doce. E o mais famoso de todos, o único a levar o status de Premier Grand Cru, é o famoso Chateau d’Yquem que custa uma boa quantidade de dólares por uma garrafinha...

Semana que vem tem mais. Bons vinhos a todos, sempre com responsabilidade!

Cheers!!

André Rossi
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terça-feira, 19 de julho de 2011

Brunello di Montalcino

Começando a falar pra vcs um pouco mais sobre os tipos de vinhos mais famosos, como prometi na semana passada, vou começar com um dos meus preferidos, o Brunello di Montalcino. 

Este vinho italiano é originário da Toscana, particularmente da cidade de Montalcino e seus arredores. O grande nome e praticamente criador do Brunello di Montalcino é a família Biondi Santi, que no final do século XIX, por volta de 1860 começou a produzir um vinho escuro, intenso, longevo e extremamente elogiado. Os anos foram se passando e o vinho foi se tornando a resposta toscana ao Barolo, famoso vinho do Piemonte. Biondi Santi e outros produtores continuavam fazendo um vinho maravilhoso, mas ainda sem a fama de muitos outros Italianos e Franceses. Até que na segunda metade do século XX, o vinho teve seu BOOM, virando um dos maiores ícones da Italia (Se não o maior) e do mundo! 

Para poder constar no rótulo de um vinho as palavras “Brunello di Montalcino D.O.C.G” ele precisa passar por uma série de rígidos pré-requisitos, como a uva utilizada (Sangiovese Grosso), o redindimento máximo por hectare, o tempo mínimo que ele precisa envelhecer em barricas, etc... Apenas um parêntese para explicar, DOCG significa Denominazione di Orignie Controlata e Garantita, que é um “atestado” de qualidade que alguns vinhos levam. Mas isto é assunto para depois... 

Para se ter uma ideia do trabalho que dá um Brunello, não se lança nenhum Brunello di Montalcino no mercado antes que ele tenha 5 anos de idade. Ou seja, se saírmos hoje para procurar um Brunello di Montalcino 2007, 2008, 2009 ou 2010 para comprar em qualquer lugar do mundo, não encontraremos. O Brunello tem seu irmão mais novo, o Rosso di Montalcino. Este também segue algumas regras, mas elas são mais menos rígidas que os Brunellos. Um Rosso, por exemplo, pode ser lançado depois de 1 ano de sua colheita. 

Por todos estes cuidados e regras que um Brunello precisa, não são vinhos baratos. Os Riservas então, menos ainda, afinal eles são ainda mais especiais. Mas todos eles, inclusive os Rossos, são vinhos deliciosos e fascinantes! 

CHEERS!!


André Rossi 
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André Rossi, o Déco, participa do Blog Flavour Guide semanalmente com dicas imperdíveis para quem é apaixonado por vinhos.

segunda-feira, 11 de julho de 2011

Vinhos Famosos

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Todos nós que gostamos de vinhos já ouvimos falar de uma série de tipos e estilos e temos os nossos “queridinhos” certo? Então, para as próximas colunas, vou listar e explicar um pouco sobre os principais vinhos do mundo, ao menos os mais famosos. Pois muitas vezes gostamos de um determinado tipo de vinho, mas não sabemos nada sobre ele. Apenas gostamos (que é o mais importante) e só.


Os vinhos mais famosos do mundo sem dúvida são os franceses. Mas dentro da França há alguns que se destacam, como os Bordeaux e os Borgonhas, sem falar ainda nos glamorosos Champanhes e nos deliciosos e doces Sauternes.


Na Itália, o Brunello di Montalcino, o Barolo e o Chianti são os mais conhecidos; Na Espanha, os Riojas e as CavasEm Portugal o Vinho Verde e o Vinho do PortoE por que não falar do Tokaji (Hungria) e dos Rieslings Alemães, que apesar de não estarem num mesmo patamar que os demais em termos de conhecimento, são vinhos “típicos” destes 2 países?


Enfim, poderia ficar semanas e semanas falando dos vinhos de cada país, como o Shiraz Australiano, o Pinotage Sul-Africano, o Sauvignon Blanc Neo-Zelandês, os Cabernets Californianos, Carmenères Chilenos, Malbecs Argentinos, Tannats Uruguaios e até mesmo dos Espumantes Brasileiros. Mas aí já não estamos mais falando de vinhos específicos, como os que citei anteriormente. 


São sim vinhos que são diretamente ligados a estes países, mas em outros países também produzem. No caso sob vinhos que vamos falar, eles fazem parte da história de seus países e até mesmo alguns tem rígidas legislações próprias. Mas prometo que depois falarei destes outros...


Semana que vem começaremos nossa viagem nestes famosos vinhos! Boa semana a todos, bons vinhos, sempre com responsabilidade!


CHEERS!! 

André Rossi
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segunda-feira, 4 de julho de 2011

Aromas do Vinho: Madeira & Vinho

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Na semana passada falamos dos aromas do vinho, certo? Então, nada mais propício que aproveitar o “gancho” e falar de um aspecto importante do vinho, que muita gente gosta e outros demonizam: Os efeitos da madeira no vinho. 

Para começo de conversa, é preciso explicar que quando sentimos aromas de madeira num vinho quer dizer sim que de alguma forma o vinho teve contato com alguma forma de madeira. Na maioria dos casos isto se dá pelo estágio que os vinhos passam em tonéis, barris ou pequenas barricas de carvalho para ganhar complexidade e “amaciar” o vinho pois além da madeira passar aromas e sabores ao líquido ali de dentro, ela permite uma microoxigenação que acaba fazendo bem para a maioria dos vinhos e isto o torna mais “macio”, mais agradável, mais redondo. Alguns vinhos precisam de mais tempo, outros de menos tempo e quem decide isto é o enólogo que está fazendo o vinho. 

Há também outros fatores que influenciam, como os níveis de “tosta” de cada barrica (algumas delas são queimadas por dentro), bem como a procedência de cada barrica (francesa, americana, eslovena, etc...). Mas isto deixaremos para um outro momento pois é algo muito específico. 

Mas não só de barricas é que vem os aromas e sabores de madeira num vinho. Por ser um elemento que acaba agregando sabores e aromas que parecem mais adocicados e lembram chocolate ou baunilha por exemplo, e isto acaba deixando o vinho com uma sensação de doçura maior, muitos produtores resolveram “roubar no jogo” e encurtar e baratear o caminho, já que uma barrica francesa nova custa em média nada menos que US$1.000,00: quando o vinho está nos tanques de inox ou cimento por exemplo, muitos colocam chips (pequenas placas) ou pós de madeira para que o vinho “pegue” os aromas e sabores da madeira. Isto é uma prática muito mais barata e rápida, pois pode-se lançar o vinho no mercado mais rapidamente, sem ter que esperar meses e até anos para o vinho envelhecer nas barricas. Mas pergunte a um produtor se ele usa estes artifícios e ele negará até a morte, por mais que ele use. 

Mas o uso da madeira, mesmo que corretamente em barricas, precisa ser com muito cuidado e conhecimento, pois corre-se o grande risco de saturarmos o vinho de madeira e ele perder sua fruta, seu caráter original. Então, esta prática precisa ser extremamente cuidadosa para não estragar o vinho. Até por conta disto, há os que não usam nenhuma interferência de madeira em seus vinhos, com a explicação de que querem preservar os aspectos naturais do vinho. E por último, vale também falar que algumas uvas são mais propícias ao envelhecimento que outras, pela estrutura de cada uma. Como exemplo clássico, cito a branca Chardonnay que envelhece muito bem em barricas, ao contrário da sauvignon Blanc, que na maioria dos casos vai melhor sem madeira nenhuma, para mostrar todo o seu frescor e fruta! 

Até semana que vem e aproveitem o frio para beber bons vinhos, sempre com moderação! 

CHEERS!!

André Rossi
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segunda-feira, 27 de junho de 2011

Coluna EnoDeco: Aromas do Vinho

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Amigos do Flavour,


Hoje quero falar a vocês sobre um assunto que muita gente questiona e tem dúvidas: Afinal, de onde vêm os tão falados aromas do vinho? Se eu sentir um aroma de morango, quer dizer que existem plantações de morango perto dos vinhedos? Ou as vinícolas colocam aromas artificiais nos vinhos? 


De uma forma geral e para falar de uma maneira fácil, como tenho procurado fazer aqui neste espaço do Flavour, os aromas vem da própria fruta (uva) e de como o vinho é produzido. Ou seja, alguns aromas se desenvolvem durante a produção e envelhecimento do vinho. 


Apenas para vcs entenderem algo mais técnico e sem ser muito profundo e complicado, os aromas são divididos em 3 tipos: 
- Aromas primários: São aqueles que vem da própria fruta e normalmente nos lembram frutas frescas (algumas mais maduras e outras mais verdes) ou até mesmo ervas, minerais, vegetais e flores. 
- Aromas Secundários: Eles se desenvolvem durante a produção do vinho, dependendo também do método que o enólogo usa. Geralmente são aromas que nos remetem a madeira, especiarias ou até mesmo leveduras, estas principalmente presentes nos casos dos espumantes feitos através do método champenoise (tradicional/clássico). 
- Aromas Terciários: São aromas que o vinho apresenta durante seus envelhecimento, seja em barrica, em tanques de aço inox ou mesmo nas garrafas. Aromas como couro, cogumelos e tostados vem daí. 


Então, agora já sabem que ao sentirem aromas que não são de uva, não achem estranho ou não cheguem nem perto de falar que colocaram algum aroma artificial dentro do vinho. Eles são todos naturais e a gama que podemos sentir nos vinhos são enormes. 


No próximo post falarei de um aroma específico que muita gente sente e que existe de fato: A Madeira. Contarei um pouco para vcs como se dá esta influência da madeira nos vinhos! 


CHEERS!! 

André Rossi
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terça-feira, 21 de junho de 2011

Vinhos Mexicanos, Peruanos e Bolivianos. Aventure-se!

Certo tempo atrás me bateu uma curiosidade de ir atrás de informações sobre outros países da América Latina que produzem vinhos. Já sabemos bem que a Argentina, famosa por seus Malbecs e o Chile com a Carmenère e a Cabernet Sauvignon, são as grandes potências latino-americanas no mundo do vinho, contando ainda com coadjuvantes de peso como Uruguai e seus Tannats e o Brasil com seus espumantes e alguns tintos. E a minha pergunta era: Será que existe algum outro país destas bandas de cá que produzem bons vinhos? Por mais incrível que pareça, a resposta é SIM! 

Um ponto de partida importante é não comparar os países que citarei a seguir com os acima descritos. Mesmo o Brasil dá bons sinais de estar à frente deles. 

Então vamos lá: são 3 os países que produzem (ou tentam) produzir vinhos de qualidade. México, Perú e Bolívia, sendo que o mais famoso talvez seja o México. Vamos então falar um pouco sobre cada país: 

Casa de Pietra
O México tem na região da Baja California, literalmente “abaixo da California Americana” quase que a totalidade de sua produção. Cerca de 90% dos vinhos mexicanos saem de lá. O maior nome do vinho por lá é Luiz Agostín Cetto e nos últimos anos tem surgido outro grande nome, que é Hugo d´Acosta e sua Casa de Piedra, que produz um Sauvignon Blanc muito elogiado por Jancis Robinson, famosa crítica inglesa de vinhos. É bem provável que este país se destaque bastante daqui há alguns anos.

Tacama e Tabernero
O Peru é o país mais antigo no cultivo de vinhedos, quando por volta de 1547 foram plantados as primeiras plantas. Mas as pragas que não afetaram Argentina e Chile por volta de 1890, assolaram o Perú e a viticultura só voltou a fazer parte da economia e agricultura local depois de 1960. Os vinhedos estão situados na costa do Pacífico, perto de Pisco e Ica (perto de Lima). Na costa norte, há alguns vinhedos de altitude, com até 1.500m acima do nível do mar. A vinícola mais conhecida é a Viña Tacama. Outra vinícola relativamente famosa por lá é a Vinos Tabernero
La Concepción e Campos de Solana
Por fim, a Bolívia tem como principal característica os vinhos de altitude. A principal região produtora é o Vale de Tarija, que tem uma variação de altura muito grande, que vai de 1800 a 2800 metros. A boa insolação, o solo seco e pedregoso, a pouca quantidade de chuva e boa água de montanha para irrigação fazem desta região uma das melhores da América do Sul. O que resta agora é investir em conhecimento e mentalidade para produzir bons vinhos. Se isto for feito, podemos ter agradáveis surpresas pela frente. As vinícolas mais famosas são La Concepción e Campos de Solana

O que nos resta agora é ir atrás de exemplares destes vinhos para ver a quantas andam e se realmente eles podem ter um futuro tão bom como nossos amigos chilenos e argentinos. 

CHEERS!!

André Rossi
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quarta-feira, 15 de junho de 2011

Harmonização Parte 4: Defumados, Levemente Amargos e Condimentados.



Amigos do Flavour,


Para terminar esta série de textos sobre harmonização, queria citar alguns alimentos que merecem atenção na hora de harmonizarmos vinho e comida. São alimentos difíceis, que precisamos prestar muita atenção para termos uma combinação harmoniosa e saborosa.


Alimentos Defumados: Grosseiramente falando, alimento defumado significa uma comida que tem um gosto que lembra fumaça. E este gosto acaba por muitas vezes dificultando a combinação com o vinho. De um modo geral, este tipo de alimento vai bem com vinhos que tenham aromas e sabor de madeira. Ou seja, vinhos que tenha estagiado um certo período em barricas de carvalho ou que tenham recebido “chips” de madeira durante a sua produção com o propósito de deixar o vinho amadeirado. Esta madeira do vinho consegue “casar” com os aromas e sabores defumados destes alimentos. Ou seja, quanto mais defumado for o alimento, mais madeira pode ter o vinho. E eles podem ir do branco ao tinto. Um exemplo típico: Salmão defumado com um Chardonnay que tenha envelhecido algum tempo em barrica fica ótimo!


Alcachofra, aspargos e espinafre são alimentos difíceis de harmonizar. Se pararem para reparar, todos eles tem um certo amargor, por mais que seja leve, e este amargor pode acabar com a harmonização. De um modo de geral, evitar tintos muito tânicos. O que costuma cair bem? Vinhos com boa acidez e em geral os brancos costumam se dar melhor!


Comidas muito apimentadas ou condimentadas. Mais uma vez aqui devemos evitar os tintos muito tânicos e preferir vinhos com boa acidez e algo mais especiado no nariz. Um Shiraz australiano, por exemplo pode ser uma boa saída. Ou então vinhos brancos com boa acidez.


E por último uma dica infalível!
Ao comer um prato, tentem lembrar de onde ele vem, de que região ele é típico. Sendo assim, tente um vinho que venha daquela região também! Ou vocês acham que os Chiantis, vinhos italianos famosos e com boa acidez em geral caem bem com a culinária Italiana, que tem no tomate um de seus ingredientes principais? A acidez do tomate vai bem com a acidez dos Chiantis. Outro exemplo: Churrascos de cortes argentinos ou uruguaios vão bem com Malbec e Tannat. Coincidência? Claro que não! E por aí vai, afinal é um mundo sem fim de combinações!


Espero que tenham aproveitado as dicas de harmonização e que tirem melhor proveito de seus pratos e vinhos!


CHEERS!!


André Rossi 
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André Rossi, o Déco, participa do Blog Flavour Guide semanalmente com dicas imperdíveis para quem gosta de vinhos; sempre sem pretensão.

segunda-feira, 6 de junho de 2011

Harmonização Parte 3: Queijos e Vinhos


Amigos do Flavour,

A idéia era terminar o assunto das harmonizações hoje, mas resolvi aproveitar a semana que antecede o dia dos namorados e este frio maravilhoso que chegou, para falar sobre uma combinação que gostamos muito de fazer, mas que fazemos errado na maioria das vezes.

É comum fazermos reuniões em casa e chamarmos de “Queijos e Vinhos”, certo? E na grande maioria das vezes, servimos que tipo de vinho? Tinto, não é mesmo? Pois é... Aí mora o perigo! Uma das piores combinações que existe é uma comida muito gordurosa com vinhos tintos que tenham taninos muito aparente, muito intensos. Taninos são substâncias presente na casca da grande maioria das frutas, inclusive das uvas tintas e são responsáveis por aquela sensação de “amarrar” a boca, aquela sensação de secura.

E os taninos e a gordura são incompatíveis. São inimigos e sempre “brigam” quando se encontram. E quando isto acontece, fica um gosto ruim, meio metálico na boca. Uma sensação que quem já teve sabe como é ruim. Quem ainda não passou por isto e quiser experimentar só para ver como é, pegue um vinho com bastante tanino (Cabernet Sauvignon, Malbec e Tannat são uvas muito ricas em taninos) e harmonize com um queijo bem gorduroso como Gorgonzola, Catupiry ou Parmesão com um destes vinhos. Ou até um patê de foie-gras, que tem bastante gordura. Certamente não esquecerão!

Dito isto, qual a conclusão que chegamos? Que idealmente os queijos vão melhor com vinho branco. Há queijos que vão bem com tintos, mas opte sempre pelos tintos mais leves, com menos taninos, como Pinot Noir ou por exemplo um Beaujolais, vinho do sul da Borgonha. Até mesmo um merlot pode ir bem, se o queijo não foi muito gordo. E por fim, aproveitando este frio, façam uma combinação que pra mim é maravilhosa: Troquem o vinho tinto que acompanhará aquele delicioso fondue no dia dos namorados e coloquem um vinho branco. Vocês verão que tanto o vinho como o fondue crescerão em sabor na boca e ficará muito mais gostoso!! Aí, quanto mais forte for o fondue em termos de sabor e aromas, mais intenso o vinho branco deverá ser em sabores e aromas, como vimos no primeiro texto sobre harmonizações.

Semana que vem terminaremos o tema das harmonizações com algumas dicas e alguns perigos...

Uma ótima semana a todos, com bons vinhos!

CHEERS!!

André Rossi
andre@winet.net.br 
www.winet.net.br 

André Rossi, o Déco, participa do Blog Flavour Guide semanalmente com dicas imperdíveis para quem gosta de vinhos e sempre sem pretensão.

segunda-feira, 30 de maio de 2011

Harmonização: do Trivial à Sobremesa

Corbis


Amigos do Flavour. 

Conforme prometido, aqui estou para falar de outros importantes aspectos da harmonização da comida com o vinho. 

A ACIDEZ é um fator importante e que sem dúvida pode deixar estragar completamente o prato ou o vinho. Precisamos sempre tomar cuidado com pratos com alta acidez, pois este tirará a acidez do vinho, deixando ele “flat”, sem graça. Já os vinhos ácidos com pratos sem acidez, vão tornar a combinação desequilibrada. Por isto, ao comer pratos que tenham muita evidência de limão, vinagre, aceto balsâmico, tomate e outros, optem sempre por vinhos com maior acidez. E uma dica de como não errar? Lembre-se sempre da Itália: Macarrão ao Sugo é um prato com alta acidez. E o que vai bem com este parto? Um vinho tinto leve ou de médio corpo, com acidez pronunciada, como os Chiantis por exemplo! 

Outro fator importante: DOCE/SALGADO. 

Lembre-se sempre que pratos doces deixam os vinhos ainda mais secos e com sensação de serem mais ácidos e desiquilibrados. Por este motivo, para pratos doces, escolha vinhos doces. Quanto mais doce o prato, mais doce deverá ser o vinho. Por exemplo: Sobremesas à base de frutas, um vinho semi-seco. Para pratos como pudim de leite ou outros mais doces, mas com intensidade de sabor não tão forte, um late harvest ou um Sautèrnes cai muito bem. E por último, sobremsesas à base de chocolate, opte sempre por vinhos como o Porto, que são fortificados. Chocolate é um “bicho” difícil de harmonizar! 

Já o oposto do doce, o salgado, é o inimigo número 1dos taninos. Por isso evite pratos muito salgados com vinhos muito tânicos, pois esta combinação cria uma sensação de amargor horrível! Ou pode-se também optar pela harmonização por contraste, que resulta em uma experiência deliciosa: quem já experimentou a clássica combinação “Sauternes-Roquefort” sabe bem disto! E tem explicação: O doce acentua o salgado no paladar e deixa estas harmonizações por contraste mais intensas. 

Semana que vem eu volto para falar de alguns alimentos difíceis de harmonizar e uma dica infalível para não errar na combinação!

CHEERS!!

André Rossi
andre@winet.net.br 
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André Rossi, o Déco, participa do Blog Flavour Guide semanalmente com dicas imperdíveis para quem gosta de vinhos e sempre sem pretensão.

quinta-feira, 26 de maio de 2011

Romanée-Conti de 1945


Uma das 600 garrafas de vinho Romanée-Conti de 1945, que foram produzidas durante o final da Segunda Guerra Mundial, estabeleceu um novo recorde mundial em valor de venda para uma garrafa de 750ml de Borgonha tinto.

O leilão foi feito pela Christie's em Genebra no dia 17 de maio.

A lendária da garrafa foi avaliada entre 56 e 78 mil dólares e foi vendido para um colecionador particular americano que arrematou por US$123.919.


No Brasil o maior colecionador de vinhos com o rótulo Romanée-Conti é o ex-governador Paulo Maluf.

Em uma visita ao Brasil em 1995, Aubert de Villaine, presidente da Domaine de La Romanée-Contidesde desde 1974, conheceu a adega do ex-governador Paulo Maluf e ficou surpreso com sua coleção de Romanée-Conti. 
O que mais lhe chamou a atenção? 
"Ele tinha algumas safras antigas que nem nós temos mais na nossa adega, na Domaine." relatou o produtor em uma entrevista a revista Veja.

Nesta mesma entrevista o senhor Aubert foi informado que, para comemorar a vitória na eleições presidenciais em 2002, Lula ganhou uma garrafa de Romanée-Conti 1997 do seu então marqueteiro Duda Mendonça, e comentou:

"Não é uma grande safra, mas eu me sinto muito orgulhoso que seu presidente tenha escolhido este vinho para celebrar sua vitória. Eu espero que tenha sido porque ele ama vinho e não por conta do rótulo".